Wando, temporal, estômago e Corinthians
Ontem foi o meu pior dia do ano. Definitivamente. Primeiro porque, logo pela manhã, recebi a notícia da morte do Wando. Nunca fui fã dele, mas fiquei triste por saber que os bons cantores estão dobrando a esquina e dando lugar a uma música de qualidade duvidosa. Mas, enfim: não vou aqui discutir música. Prefiro deixar esse assunto para o Fábio França e Filipe Manoukian, do blog Na Vitrola, e para o meu amigo Adriano Pereira, no seu Solta o Pause.
Voltando. Na hora do almoço, o meu estômago começou a dar sinais de que a quarta-feira também não seria um bom dia para ele. Dito e feito. Fiquei boa parte da tarde à sua procura, que ora se escondia entre a minha cabeça e o pescoço, ora ficava perto do meu joelho, sabe? Resultado: peguei o meu carro e fui pra casa. Só que, justamente nessa hora, São Pedro resolveu me pregar uma peça. Uma peça daquelas ainda. Um temporal como eu nunca tinha visto. Cheguei no meu carro encharcado. No caminho até a minha casa, árvores e postes de luz, caídos, impediam a passagem. Um caos.
Por fim, à noite, quando o meu estômago resolveu, enfim, se comportar e a chuva, cessar: adivinha? O meu Corinthians fez uma das piores partidas do ano e o Palmeiras havia vencido e assumido a liderança do Campeonato Paulista. Agora, me diz: foi ou não um dia para se esquecer?
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