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	<title>Crônica Urbana &#124; um retrato da cidade grande</title>
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	<description>Crônica Urbana &#124; um retrato da cidade grande</description>
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		<title>Os dois lados de uma campanha</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 18:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Começou. A partir de hoje, o motorista que não respeitar o ciclista pelas ruas de São Paulo será multado. A nova campanha da CET vai penalizar quem se aproximar demais das bicicletas, quem fechá-la ao virar uma rua e quem ultrapassá-la sem diminuir a velocidade. As multas variam de R$ 53 a R$ 127 – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começou.</p>
<p>A partir de hoje, o motorista que não respeitar o ciclista pelas ruas de São Paulo será multado. A nova campanha da CET vai penalizar quem se aproximar demais das bicicletas, quem fechá-la ao virar uma rua e quem ultrapassá-la sem diminuir a velocidade. As multas variam de R$ 53 a R$ 127 – além de render alguns bons pontos na carteira de habilitação.</p>
<p>À primeira vista, é uma boa medida – embora eu continue achando que essa é mais uma dessas normas que são empurradas goela abaixo para tapar algumas coisas que já nasceram tortas e que, claro, demorariam alguns bons anos para serem corrigidas.</p>
<p>Explico.</p>
<p>Essa nova norma é mais um sinal de que nós, motoristas, não temos educação. Porque – pensa só! –, se tivéssemos, ninguém precisaria ficar inventando regras como essa. Seria algo simples, matemático: nós, que dirigimos carros, temos por obrigação respeitar o espaço daquele que anda de bicicleta, um meio de transporte que é bem mais frágil. Mas como isso não acontece&#8230;</p>
<p>Outra coisa: essa é uma norma que, além de mostrar o quão somos mal educados, denuncia a falta de atenção do poder público em relação à construção de ciclovias em São Paulo. A principal cidade do Brasil, que sofre com um problema crônico de mobilidade urbana, tem cerca de 50 quilômetros apenas de ciclovias. Logo, o sujeito é obrigado a pegar a sua bicicleta e enfrentar a fúria de motoristas mal educados na 23 de Maio, na Paulista, na Brigadeiro Luís Antônio, na Sumaré e em outras avenidas que já testemunharam a morte de diversos ciclistas.</p>
<p>Por isso que eu tenho lá as minhas dúvidas sobre a eficácia dessa campanha da CET. Consegue me entender?</p>
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		<title>Táxis deveriam oferecer paciência de brinde, isso sim!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 20:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[(Da série &#8216;diálogos confusos com mocinhas atrapalhadas&#8217;) - Boa tarde! Em que posso ajudá-lo? - Boa tarde! Eu queria um táxi aqui pro Pacaembu! - Pra onde? - Pacaembu! - O senhor poderia me informar o endereço do lugar exato onde o senhor está, por gentileza? - Claro! É Praça Villaboim! - Praça o quê? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Da série &#8216;diálogos confusos com mocinhas atrapalhadas&#8217;)</em></p>
<p>- Boa tarde! Em que posso ajudá-lo?</p>
<p>- Boa tarde! Eu queria um táxi aqui pro Pacaembu!</p>
<p>- Pra onde?</p>
<p>- Pacaembu!</p>
<p>- O senhor poderia me informar o endereço do lugar exato onde o senhor está, por gentileza?</p>
<p>- Claro! É Praça Villaboim!</p>
<p>- Praça o quê?</p>
<p>- Villaboim!</p>
<p>- Villa&#8230;?</p>
<p>- Boim!</p>
<p>- Ah, sim. Um minuto!</p>
<p>Dois minutos depois&#8230;</p>
<p>- Senhor, eu verifiquei aqui no nosso sistema e não consta este endereço. O senhor poderia estar me dizendo o nome da rua, por gentileza.</p>
<p>- Posso, mas é só você falar pro motorista que estou na Praça Villaboim que ele sabe!</p>
<p>- Eu sei, mas eu preciso preencher um cadastro aqui.</p>
<p>- Ok! Vou ver. Um minuto.</p>
<p>Estico o pescoço para ver a placa com o bendito nome da rua.</p>
<p>- Moça, é rua Armando Penteado!</p>
<p>- Ok! Muito obrigado.</p>
<p>Dois minutos depois&#8230;</p>
<p>- O carro que vai te atender é um Meriva em até dez minutos na rua Armando Novaes, ok? Agradecemos a sua ligação e&#8230;</p>
<p>- Calma, calma&#8230; Como é o nome da rua?</p>
<p>- Armando Novaes!</p>
<p>- Não. O meu nome é Vinícius No-va-es. E a rua onde estou é Armando Pen-te-a-do! Você deve ter se confundido!</p>
<p>- Ah, um minuto. Vou alterar o cadastro.</p>
<p>Depois minutos depois&#8230;</p>
<p>- O cadastro está alterado, senhor! O carro vai estar chegando em dez minutos. Ok?</p>
<p>- Ok! Obrigado!</p>
<p>Lá estava eu, meia hora depois, ligando para pedir um novo carro.</p>
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		<title>São Jorge, protegei-nos!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 16:27:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo hoje acordou esquisito. Estranho. Mais nervoso, eu diria. Tudo por aqui está mais sisudo. Os olhares estão mais apreensivos e os &#8216;bom dia&#8217; mais escassos. Até mesmo a mocinha da padaria, que todo santo dia me atende com um sorriso de orelha a orelha, me pareceu mais apreensiva. No táxi, o motorista falante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo hoje acordou esquisito. Estranho. Mais nervoso, eu diria. Tudo por aqui está mais sisudo. Os olhares estão mais apreensivos e os &#8216;bom dia&#8217; mais escassos. Até mesmo a mocinha da padaria, que todo santo dia me atende com um sorriso de orelha a orelha, me pareceu mais apreensiva. No táxi, o motorista falante quase não falou. Limitou-se a um &#8216;oi&#8217; e pronto. E, quando falaram no rádio sobre o jogo decisivo do Corinthians de hoje à noite, ele esbravejou com o pobre jornalista:</p>
<p>- Não me lembra disso, p#$%a!</p>
<p>No restaurante, o rapaz do caixa foi de poucas palavras. E eu até dou razão a ele, coitado: a televisão, que fica bem à sua frente, não parava de mostrar todas as eliminações do Corinthians na Libertadores. Do restaurante até o estacionamento, passei por um boteco onde alguns homens conversavam sobre futebol. O assunto, claro, Corinthians, Libertadores e etc, etc, etc&#8230;</p>
<p>É&#8230; Que São Jorge nos proteja dos olhares gordos e invejosos.</p>
<p>(Ah, prometo voltar ainda nesta semana mais calmo – e mais aliviado, espero!)</p>
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		<title>Quem disse que a Virada Cultural não engorda?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 19:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Estarei fora de São Paulo neste fim de semana, quando acontece mais uma edição da Virada Cultural. Mas também, se eu fosse ficar por aqui, não conseguiria ir ao Teatro Municipal – lugar onde, pelo menos pra mim, vão rolar as melhores apresentações (como a do ex-mutante Arnaldo Baptista e o seu show Sarau o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">Estarei fora de São Paulo neste fim de semana, quando acontece mais uma edição da Virada Cultural. Mas também, se eu fosse ficar por aqui, não conseguiria ir ao Teatro Municipal – lugar onde, pelo menos pra mim, vão rolar as melhores apresentações (como a do ex-mutante Arnaldo Baptista e o seu show <em>Sarau o Benedito?</em>). Isso porque os mais de nove mil ingressos disponíveis para as atrações no Municipal já acabaram.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quem conseguiu, bem. Mas, quem não conseguiu, pode fazer algo diferente neste ano. Ao invés de desafiar a multidão em busca de um mísero espaço para assistir aos shows em um dos palcos espalhados pela capital, você pode ir para um lugar onde a disputa por um espaço deve ficar (bem) menos acirrada. É o Elevado Costa e Silva, o Minhocão, que vai abrigar o projeto <em>Chefs da Rua</em>.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Lá, você vai encontrar, por exemplo, Alex Atala, do D.O.M. – eleito esta semana como um dos cinco melhores restaurantes do mundo –, preparando uma galinhada. Já pensou? Ao todo serão vinte barracas que irão oferecer pratos de R$ 5 a R$ 15. Se você, assim como eu, vive à procura de uma boa desculpa para fugir da dieta, fica a dica. Esta vale a pena. </span></p>
<div id="attachment_834" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://cronicaurbana.ovale.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mapa1.jpg" rel="lightbox[833]"><img class="size-medium wp-image-834" title="mapa1" src="http://cronicaurbana.ovale.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mapa1-300x213.jpg" alt="" width="300" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">crédito: divulgação</p></div>
<p><span style="font-size: small;">A programação completa está no <a href="http://www.viradacultural.org/" target="_blank">site</a> da Virada Cultural 2012.</span></p>
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		<title>Quando São Paulo não é São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 20:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Como num passe de mágica, São Paulo se torna a melhor cidade do mundo para se viver em dias como o de hoje – uma véspera de feriado com chuva, muita chuva. Melhor, por exemplo, para ir a museus, exposições ou a cinemas sem a dor de cabeça que só aquelas filas quilométricas causam. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">Como num passe de mágica, São Paulo se torna a melhor cidade do mundo para se viver em dias como o de hoje – uma véspera de feriado com chuva, muita chuva. Melhor, por exemplo, para ir a museus, exposições ou a cinemas sem a dor de cabeça que só aquelas filas quilométricas causam. Mas um aviso: se você estiver esperando um post sobre isso, é melhor parar por aqui. Sério. Porque o tema de hoje é outro.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Diria que se trata de algo mais triste. Melancólico. É essa a palavra que resume esse feriado prolongado na maior cidade do Brasil. São Paulo não está sendo São Paulo hoje. Definitivamente. A cidade acordou nesta segunda-feira meio sem alma, sei lá. Chata, para falar a bem da verdade. As coisas por aqui parecem que perderam a graça: as ruas, as pessoas, os lugares. Sinto tudo isso mais cinza que o habitual.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Quem diria que eu reclamaria um dia da falta do trânsito caótico, da loucura das horas, da fila do restaurante, da padaria e do supermercado&#8230; São Paulo está hoje como qualquer cidade pequena do interior: vazia, vazia – mas sem a ternura das pessoas que se cumprimentam docemente. Parece que cada um vive a melancolia no seu canto. Quieto.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Até mesmo os happy hours perdem a graça em dias assim. É mais ou menos como comemorar uma vitória que não teve suor, que não teve batalha. Consegue me entender? São Paulo é feito de desafios. Mas, pelo jeito, até mesmo eles acordaram chateados com essa monotonia e resolveram ficar em casa. Certeza.</span></p>
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		<title>Contra as chuvas&#8230; Tecnologia!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 20:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Já que a Prefeitura de São Paulo não resolve os problemas das ruas e avenidas que sempre alagam quando as chuvas castigam a cidade, o jeito é apelar para a tecnologia. Apelar para os aplicativos dos smartphones, melhor dizendo. Isso mesmo. Está disponível um aplicativo que avisa o motorista sobre as vias que estão intransitáveis. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já que a Prefeitura de São Paulo não resolve os problemas das ruas e avenidas que sempre alagam quando as chuvas castigam a cidade, o jeito é apelar para a tecnologia. Apelar para os aplicativos dos smartphones, melhor dizendo.</p>
<p>Isso mesmo.</p>
<p>Está disponível um aplicativo que avisa o motorista sobre as vias que estão intransitáveis. Por meio dos dispositivos iOS ou Android, qualquer pessoa fica sabendo os pontos mais críticos da cidade. O aplicativo detecta todas as áreas utilizando as informações do banco de dados da CET e do Centro de Gerenciamento de Emergências.</p>
<p>Sei que, a partir de agora, as chuvas ficarão cada vez mais escassas, mas fica a dica para o próximo verão. O meu, inclusive, já está garantido. Ah, é de graça, tá!</p>
<div id="attachment_828" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://cronicaurbana.ovale.com.br/wp-content/uploads/2012/04/alagasp.jpg" rel="lightbox[827]"><img class="size-medium wp-image-828" title="alagasp" src="http://cronicaurbana.ovale.com.br/wp-content/uploads/2012/04/alagasp-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Para baixar o aplicativo, é só digitar AlagaSP (crédito: divulgação)</p></div>
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		<title>O silêncio fica por conta deles apenas!</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 19:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca escondi que Cruzeiro, a cidade onde nasci e vivi a minha adolescência, é a fonte da paz e da tranquilidade que necessito para encarar as loucuras que São Paulo me oferece durante a semana. É lá onde costumo deixar o meu estresse e os barulhos da cidade grande. Sempre foi assim desde que me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca escondi que Cruzeiro, a cidade onde nasci e vivi a minha adolescência, é a fonte da paz e da tranquilidade que necessito para encarar as loucuras que São Paulo me oferece durante a semana. É lá onde costumo deixar o meu estresse e os barulhos da cidade grande. Sempre foi assim desde que me mudei pra cá. Mas hoje eu peço licença para fugir um pouco do tema proposto pelo Crônica Urbana para um desabafo.</p>
<p>Depois de quase vinte dias trabalhando direto em São Paulo, no último fim de semana, eu fui a Cruzeiro apenas com o propósito de usar e abusar da tranquilidade. O problema, porém, foi que eu não encontrei. Nem mesmo no bairro onde moro lá, um lugar mais afastado do centro, é possível encontrar a paz. E tudo graças aos carros que saem pelas ruas com um som de fazer inveja a qualquer balada. Sei que acordei diversas vezes durante a noite por conta desses simpáticos e educados motoristas.</p>
<p>Também pudera, afinal, em Cruzeiro parece não existir leis tampouco fiscalização para coibir esse tipo de prática, que está se tornando cada vez mais comum. Tanto que eu mesmo já vi, não sei quantas vezes, carros parados em frente ao hospital – detalhe: à noite – com o volume nas alturas. E tem mais: não é de hoje que eu aviso o Executivo da cidade. Na última vez, por meio do Facebook, eu cheguei a enviar o link de uma matéria publicada no jornal O VALE sobre a atitude da Prefeitura de São José dos Campos tomou em relação à <a href="http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/s-o-jose-abre-guerra-para-conter-a-poluic-o-sonora-1.231216" target="_blank">poluição sonora</a> na tentativa de dar alguma inspiração, algo assim.</p>
<p>A resposta que tive? Bom, nada que cative a minha esperança de que as coisas vão mudar. Eu diria que foi quase um silêncio – mas um silêncio que, apenas neste caso, eu dispensaria.</p>
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		<title>E sabe o que é pior? Nada vai mudar!</title>
		<link>http://cronicaurbana.ovale.com.br/e-sabe-o-que-e-pior-nada-vai-mudar/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 18:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu juro que tentei fugir ao máximo deste assunto, mas o transporte público de São Paulo, ou melhor, o caos do transporte público de São Paulo não deixou. E o assunto de hoje é sobre o número de reclamações dos passageiros dos ônibus da capital, que aumentou entre 2010 e o ano passado. De acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu juro que tentei fugir ao máximo deste assunto, mas o transporte público de São Paulo, ou melhor, o caos do transporte público de São Paulo não deixou. E o assunto de hoje é sobre o número de reclamações dos passageiros dos ônibus da capital, que aumentou entre 2010 e o ano passado.</p>
<p>De acordo com dados da própria SPTrans, foram mais de 140 mil queixas, o que significa um aumento de 20%. Quais foram as principais reclamações? Se você já andou alguma vez de ônibus aqui vai saber: demora dos coletivos para passar nos pontos e o comportamento dos senhores motoristas – mas também tem falta de limpeza interna, superlotação, etc, etc, etc&#8230;</p>
<p>E agora?</p>
<p>Bom, agora as reclamações foram divulgadas e a história deve acabar por aí mesmo. Apesar de que o ideal (e utópico ao mesmo tempo) seria a SPTrans divulgar outra nota informando que o preço das passagens não será reajustado pelos próximos dois anos e que, além disso, a partir da próxima semana, o preço dos bilhetes seriam reduzidos em 50%, como uma espécie de indenização voluntária.</p>
<p>É óbvio que isso foi apenas um delírio de justiça que caiu agora aqui no meu colo, embora essa não seja uma ideia de se jogar fora, não. A Justiça ou algum órgão deveria intervir. Veja só: os argumentos para isso já existem! Mas como vivemos num país em que o povo grita e ninguém ouve, garanto: a situação vai continuar da mesma forma. E você ainda tem alguma dúvida?</p>
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		<title>Elis</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 19:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cronicaurbana.ovale.com.br/?p=818</guid>
		<description><![CDATA[Elis Regina chegou e ficará até o dia 20 de maio do Centro Cultural São Paulo. É uma exposição, organizada por João Marcello Bôscoli – um dos filhos da cantora –, que reúne mais de 200 imagens, vídeos de alguns de seus shows e entrevistas. Além disso, ainda tem uma sala especial onde o público [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_819" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://cronicaurbana.ovale.com.br/wp-content/uploads/2012/04/elis-regina1.jpg" rel="lightbox[818]"><img class="size-medium wp-image-819" title="elis-regina1" src="http://cronicaurbana.ovale.com.br/wp-content/uploads/2012/04/elis-regina1-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">reprodução</p></div>
<p>Elis Regina chegou e ficará até o dia 20 de maio do Centro Cultural São Paulo.</p>
<p>É uma exposição, organizada por João Marcello Bôscoli – um dos filhos da cantora –, que reúne mais de 200 imagens, vídeos de alguns de seus shows e entrevistas. Além disso, ainda tem uma sala especial onde o público poderá escutar os momentos em que Elis costumava treinar e afinar a voz.</p>
<p>A exposição abre de terça a sexta-feira, das 10h às 20h. E o Centro Cultural São Paulo fica na rua Vergueiro, 1.000, no Paraíso.</p>
<p>Ah, a entrada é gratuita. #ficadica</p>
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		<title>Até tu, metrô?</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 20:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O metrô foi a primeira coisa que me impressionou em São Paulo. Ir da zona norte até a zona sul em pouquíssimos minutos encantava aquele adolescente recém-chegado do interior. E até hoje eu nunca escondi a minha admiração – tanto que defendo o metrô como a grande solução para o trânsito caótico de todo santo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O metrô foi a primeira coisa que me impressionou em São Paulo. Ir da zona norte até a zona sul em pouquíssimos minutos encantava aquele adolescente recém-chegado do interior. E até hoje eu nunca escondi a minha admiração – tanto que defendo o metrô como a grande solução para o trânsito caótico de todo santo dia.</p>
<p>Mas posso confessar uma coisa?</p>
<p>Estou mudando de opinião. Não sei até ponto está sendo vantajoso deixar o carro em casa para ir ao trabalho de metrô. Por um simples motivo: aquela agilidade de antes parece não existir mais. E isso graças às constantes falhas que vêm acontecendo. Nas últimas semanas, eu cansei de ler notícias como &#8216;Falha afeta circulação da linha verde do metrô&#8217;, &#8216;Falha afeta circulação da linha azul do metrô&#8217;, &#8216;Falha afeta circulação da linha vermelha do metrô&#8217;. E ainda tem outro detalhe: se chover, trava tudo. Os trens começam a andar em velocidade reduzida e com maior tempo de parada nas estações.</p>
<p>Entende, agora, por que estou mudando de opinião?</p>
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